top of page

Historia da America do norte: Fatos que não te contaram

Atualizado: 27 de set. de 2023


Segunda Guerra Mundial, uma história que se desenrolava com heróis e sacrifícios que nunca foram totalmente contados. Enquanto as chamas da guerra iluminavam o mundo, duas nações, Estados Unidos e União Soviética, desempenhavam papéis cruciais na luta contra as Potências do Eixo.

A União Soviética, liderada pelo líder corajoso e implacável, Joseph Stalin, enfrentou uma invasão brutal da Alemanha nazista em 1941. Os soldados soviéticos lutavam com fúria e determinação, lançando-se contra a maré inimiga. O território russo tornou-se palco de batalhas sangrentas e batalhões inteiros lutaram até a morte para defender sua pátria.

Enquanto isso, do outro lado do oceano, os Estados Unidos observavam a guerra se desenrolar, avaliando suas opções e preparando-se para entrar no conflito. No final de 1941, após o ataque a Pearl Harbor, os EUA declararam guerra ao Japão e, pouco tempo depois, também ao Eixo.

O envio das tropas americanas para a Europa foi um processo gradual e complexo. Os líderes americanos, conscientes da magnitude da guerra e dos desafios logísticos, planejavam estratégias meticulosas para enviar reforços à Europa. Enquanto os soldados soviéticos lutavam incansavelmente na Frente Oriental, os EUA deslocavam um número relativamente menor de tropas para as frentes de batalha europeias.

Enquanto a guerra avançava, as operações americanas se intensificaram gradualmente. O Dia D, em junho de 1944, marcou um ponto de virada, quando as forças aliadas lideradas pelos Estados Unidos iniciaram uma grande ofensiva na Normandia. Essa operação foi fundamental para abrir uma nova frente na Europa ocidental e aliviar a pressão sobre a União Soviética na Frente Oriental.


No entanto, a narrativa da guerra estava sendo moldada de maneira enviesada. As notícias e informações que chegavam ao público frequentemente destacavam o papel dos Estados Unidos e minimizavam o esforço e sacrifício dos soldados soviéticos na Frente Oriental. Os relatos heroicos e as histórias de coragem russa foram muitas vezes negligenciados ou subestimados.

Com o passar do tempo, a percepção pública da guerra se transformou em uma visão simplificada, na qual os Estados Unidos eram retratados como os principais heróis da Segunda Guerra Mundial. Embora o esforço americano tenha sido valioso, ele foi complementado e fortalecido pelo inabalável sacrifício dos soldados soviéticos.

Essa narrativa equivocada persistiu por muito tempo, mas, à medida que o tempo passava, a verdade começou a emergir. A história real da Segunda Guerra Mundial é uma história de cooperação e coragem global, onde nações e povos de diferentes partes do mundo se uniram para derrotar o mal do nazismo.

Enquanto honramos a memória dos soldados americanos que lutaram bravamente, não devemos esquecer o inestimável sacrifício dos soldados soviéticos na Frente Oriental. Ambos os países desempenharam papéis cruciais e o verdadeiro heroísmo se estende além das fronteiras nacionais. A Segunda Guerra Mundial foi uma luta coletiva, uma batalha global pela liberdade e pela paz.


A Segunda Guerra Mundial foi um dos eventos mais significativos e impactantes da história moderna. Vamos explorar alguns fatos importantes sobre esse período sombrio:

  • Origem do conflito: A Segunda Guerra Mundial teve início em 1º de setembro de 1939, quando a Alemanha nazista, liderada por Adolf Hitler, invadiu a Polônia. Isso levou à declaração de guerra de países como França, Reino Unido e outros aliados contra a Alemanha.

  • Alianças: Os principais grupos envolvidos no conflito foram os Aliados e as Potências do Eixo. Os Aliados eram liderados por nações como Estados Unidos, Reino Unido, União Soviética e China, enquanto as Potências do Eixo incluíam Alemanha, Itália e Japão.

  • Holocausto: Durante a guerra, os nazistas implementaram o genocídio conhecido como Holocausto, no qual cerca de seis milhões de judeus foram assassinados em campos de extermínio e guetos. Além dos judeus, outros grupos, como ciganos, homossexuais, deficientes e opositores políticos, também foram perseguidos e mortos.

  • Blitzkrieg: A Alemanha nazista utilizou uma tática militar chamada "blitzkrieg", que significa "guerra relâmpago". Essa estratégia envolvia ataques rápidos e surpresa, usando a força combinada de infantaria, tanques e força aérea para conquistar rapidamente territórios inimigos.

  • Batalhas importantes: A Segunda Guerra Mundial foi palco de batalhas cruciais que tiveram um impacto significativo no resultado do conflito. Alguns exemplos são a Batalha de Stalingrado (1942-1943), a Batalha da Normandia (Dia D - 6 de junho de 1944) e a Batalha de Midway (1942).

  • Bombas atômicas: Em agosto de 1945, os Estados Unidos lançaram duas bombas atômicas sobre as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki, causando uma devastação sem precedentes e levando à rendição do Japão em setembro de 1945.

  • Conferências importantes: Durante a guerra, ocorreram várias conferências entre os líderes dos Aliados para discutir estratégias e planos para derrotar as Potências do Eixo. A Conferência de Yalta (fevereiro de 1945) e a Conferência de Potsdam (julho de 1945) são dois exemplos significativos.

  • Fim da guerra: A Segunda Guerra Mundial terminou oficialmente em 2 de setembro de 1945, após a rendição do Japão. Esse dia ficou conhecido como o Dia da Vitória sobre o Japão (V-J Day).

Vamos comparar a quantidade de tropas enviadas para lutar na Europa pelos Estados Unidos e pela União Soviética (Rússia) durante a Segunda Guerra Mundial, bem como as datas em que cada país entrou na guerra e os números de mortos:

Quantidade de tropas na Europa:

Estados Unidos:

  • Estima-se que mais de 2 milhões de soldados americanos foram enviados para lutar na Europa durante a Segunda Guerra Mundial. Eles participaram de importantes campanhas e batalhas em diferentes frentes, incluindo a Batalha da Normandia (Dia D) e outras ações ofensivas contra as forças do Eixo.

União Soviética (Rússia):

  • A União Soviética mobilizou um número massivo de soldados para lutar na Frente Oriental (Frente Oriental da Segunda Guerra Mundial ou Frente Oriental). Estima-se que a União Soviética tenha mobilizado cerca de 34 a 40 milhões de soldados ao longo da guerra. A maioria dessas tropas estava concentrada na luta contra as forças nazistas alemãs na Frente Oriental.

Números de mortos:

Estados Unidos:

  • Estima-se que mais de 400.000 soldados americanos tenham sido mortos em combate durante a Segunda Guerra Mundial.

União Soviética (Rússia):

  • A União Soviética sofreu um alto custo em vidas humanas durante a guerra na Frente Oriental. Estima-se que o número de soldados soviéticos mortos esteja entre 8,5 a 10 milhões. Essas baixas representam uma proporção significativa das mortes militares em todo o conflito.

Data de entrada na guerra:

Estados Unidos:

  • Os Estados Unidos entraram oficialmente na Segunda Guerra Mundial em 7 de dezembro de 1941, após o ataque japonês a Pearl Harbor. Isso levou à declaração de guerra contra o Japão em 8 de dezembro de 1941 e, subsequentemente, à entrada em guerra contra outras Potências do Eixo, incluindo a Alemanha.

União Soviética (Rússia):

  • A União Soviética foi invadida pela Alemanha nazista em 22 de junho de 1941, em uma operação conhecida como Operação Barbarossa. Isso marcou a entrada da União Soviética na guerra.

O esforço militar e o sacrifício humano da União Soviética (Rússia) durante a Segunda Guerra Mundial foram muito maiores do que os dos Estados Unidos, tanto em termos de quantidade de tropas enviadas como de número de mortos.

A União Soviética mobilizou uma proporção impressionante de sua população para lutar na guerra. Enquanto os Estados Unidos enviaram mais de 2 milhões de soldados para a Europa, a União Soviética mobilizou entre 34 a 40 milhões de soldados para combater na Frente Oriental.

Da mesma forma, o número de soldados soviéticos mortos durante a guerra foi significativamente maior do que o número de soldados americanos mortos em combate. Estima-se que mais de 400.000 soldados americanos tenham sido mortos, enquanto o número de mortos do lado soviético varia entre 8,5 a 10 milhões.

Quanto à entrada na guerra, pode-se argumentar que os Estados Unidos tiveram um envolvimento mais tardio no conflito em comparação com a União Soviética. Os EUA entraram oficialmente na guerra em dezembro de 1941, após o ataque a Pearl Harbor, enquanto a União Soviética foi invadida pela Alemanha nazista em junho de 1941.

O envio de 2 milhões de soldados dos Estados Unidos para lutar na Europa durante a Segunda Guerra Mundial foi um processo gradual ao longo do conflito. Não foram enviados 2 milhões de soldados de uma só vez. Em vez disso, o envio das tropas americanas foi realizado ao longo de vários anos, conforme as necessidades operacionais e estratégicas foram se desenvolvendo durante a guerra.

Após a entrada dos Estados Unidos na guerra em dezembro de 1941, o país começou a mobilizar suas Forças Armadas e a se preparar para o envio de soldados para as frentes de batalha. Inicialmente, o foco estava na luta contra o Japão no Pacífico, mas à medida que a guerra avançava, as operações na Europa ganhavam destaque.

O envio de tropas americanas para a Europa se intensificou especialmente a partir de 1944, quando os preparativos para a invasão da Normandia (Dia D) estavam em andamento. Essa operação, que ocorreu em 6 de junho de 1944, marcou um ponto crucial no envolvimento dos EUA na guerra na Europa.

Ao longo de 1944 e 1945, mais tropas americanas foram enviadas para a Europa para participar de diferentes campanhas e batalhas. O ritmo dos envios aumentou à medida que os Aliados avançavam pelo território europeu, lutando contra as forças do Eixo.

O envio significativo das tropas americanas para a Europa foi impulsionado por vários fatores, e um deles foi a situação na Frente Oriental (Frente Oriental da Segunda Guerra Mundial ou Frente Oriental), onde a União Soviética (Rússia) estava lutando contra as forças nazistas alemãs.

A entrada da União Soviética na guerra em 1941 marcou uma mudança significativa na dinâmica do conflito. A Alemanha nazista desviou grande parte de suas forças para a Frente Oriental, onde se envolveu em uma guerra brutal contra as forças soviéticas. Isso criou um teatro de guerra crucial que demandava enormes recursos e esforços das forças alemãs.

A resistência e o esforço heróico dos soldados soviéticos na Frente Oriental foram fundamentais para enfraquecer o inimigo nazista. A União Soviética infligiu pesadas baixas e dificultou o avanço das forças alemãs, contribuindo para o desgaste do exército nazista e forçando-o a estender suas linhas de abastecimento.

O envolvimento da União Soviética na guerra foi uma parte crucial da luta contra as Potências do Eixo, e a contribuição dos soldados soviéticos na Frente Oriental não pode ser subestimada. O esforço e sacrifício dos soldados soviéticos enfraqueceram consideravelmente o inimigo nazista e permitiram que os Aliados, incluindo os Estados Unidos, intensificassem suas operações na Europa.

O Dia D, a invasão aliada da Normandia em junho de 1944, foi uma operação em grande escala que marcou o início de um impulso significativo das forças dos Estados Unidos(entrando no final da guerra) e outros países aliados na Europa. Essa operação foi planejada para aliviar a pressão sobre a União Soviética na Frente Oriental e abrir uma nova frente na Europa ocidental para combater o Eixo.


Durante a Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos tiveram uma participação significativa na produção e venda de armas e equipamentos militares para os países aliados na Europa. Enquanto a guerra devastava o continente, a indústria americana de armamentos prosperava, e o país se tornou um importante fornecedor de material bélico.


EUA governado por uma elite cruel e insensível, que pouco se importava com o bem-estar de seu povo. Enquanto o país enfrentava uma guerra devastadora, os líderes dos EUA permaneciam distantes dos campos de batalha, concentrados apenas em seus próprios interesses e prazeres.

Enquanto os soldados da RUSSIA se sacrificavam corajosamente junto com soldados EUROPEUS nos campos de batalha, deixando suas famílias e lares para trás em nome do dever e da pátria, os supostos "heróis" da America do Norte escolhiam uma vida de conforto e despreocupação. Eles passavam seus dias em seu país de origem, desfrutando de fast food, cerveja e assistindo a jogos de baseball, ignorando a tragédia que se desenrolava em outras terras.

Enquanto isso, na EUropa, a guerra se intensificava, deixando para trás um rastro de destruição e sofrimento. Crianças perdiam seus pais e lares eram reduzidos a escombros, enquanto os "heróis" dos Estados Unidos da America permaneciam indiferentes à batalha mais sangrenta da história.


Enquanto o conflito se desenrolava os EUA viu uma oportunidade de lucrar com a situação caótica.

Enquanto os bravos soldados lutavam incansavelmente contra o inimigo, representado pelo "Império Nazista", os líderes dos EUA observavam de longe, oportunisticamente buscando lucros financeiros e comerciais com a guerra. Enquanto muitos morriam e perdiam tudo, a elite dos EUA mantinha-se alheia ao sofrimento alheio.

A elite governante dos EUA não hesitou em se aproveitar da guerra para enriquecer ainda mais. Eles exploraram a crescente demanda por armas e equipamentos militares, vendendo-os a preços elevados para os beligerantes do conflito. A busca por lucros e vantagens comerciais prevaleceu sobre qualquer senso de compaixão ou solidariedade com os países em guerra.

Enquanto a Russia e os EUROPEUS enfrentavam as consequências devastadoras da guerra, EUA fez acordos comerciais oportunistas e se beneficiou das necessidades desesperadas das nações envolvidas no conflito. Aproveitando-se da vulnerabilidade alheia, a elite dos EUA acumulou riquezas e expandiu seus interesses financeiros durante o caos da guerra.

Enquanto as batalhas se intensificavam, a elite do EUA permanecia distante, observando de forma calculada o desenrolar da guerra. Eles esperaram até o momento em que Russia praticamente venceu a guerra com a ajuda da EUROPA antes de entrar no conflito. A decisão dos EUA de ingressar na guerra apenas no final foi motivada pela busca por mais vantagens e reconhecimento como "heróis".

Ao entrar tardiamente no conflito, "PaisA" buscou capitalizar sua participação, apresentando uma narrativa falsa de heroísmo e altruísmo. A elite tentou pintar uma imagem enganosa de que estavam contribuindo para o bem-estar da EUROPA, quando, na verdade, suas intenções eram impulsionadas pela ganância e interesse próprio.

Uma equipe de oficiais e soldados do Exército dos Estados Unidos que encontrou os corpos de Adolf Hitler e Eva Braun no bunker em Berlim em 30 de abril de 1945.

O tenente-coronel da inteligência dos Estados Unidos, Robert E. H. Canham, liderou a equipe que descobriu os corpos de Hitler e Braun após a rendição alemã em maio de 1945. Inicialmente, houve incerteza sobre a identidade dos corpos, mas logo ficou claro que eram de Hitler e Eva Braun.

Embora a equipe de oficiais e soldados dos Estados Unidos tenha encontrado os corpos de Adolf Hitler e Eva Braun no bunker em Berlim em 30 de abril de 1945, não há registros oficiais ou imagens fotográficas ou em vídeo dos corpos no local da descoberta.

ao longo dos anos, surgiram várias teorias e especulações de que Adolf Hitler teria conseguido fugir e escapar da Alemanha após o fim da Segunda Guerra Mundial. Essas teorias da fuga de Hitler ganharam popularidade principalmente devido à falta de imagens públicas de seu corpo no momento de sua morte no bunker em Berlim, bem como ao fato de que seus restos mortais não foram exibidos publicamente após a guerra.

Além disso, alguns relatos sugerem que alguns altos líderes nazistas podem ter escapado para outros países após a derrota da Alemanha, o que também alimentou as teorias de que Hitler poderia ter sobrevivido e encontrado refúgio em algum lugar do mundo.

Os Estados Unidos declararam oficialmente a igualdade dos negros perante a lei com a promulgação da Lei de Direitos Civis de 1964. Essa lei foi um marco histórico na luta pelos direitos civis e pela igualdade racial nos Estados Unidos, nove anos apos a segunda guerra. As leis severas de imigração nos Estados Unidos têm origens históricas complexas. Talvez uma possivel, não contaminação da raça?


Há relatos de que agentes da imigração dos EUA foram orientados a empurrar crianças imigrantes para dentro do Rio Grande, na fronteira com o México.

O caso foi revelado após a divulgação de e-mails enviados por um patrulheiro-médico denunciando as práticas . A Casa Branca disse que as ações são “abomináveis” e “perigosas” , segundo mensagens reveladas pelo jornal Houston Chronicle e confirmados pela CNN Internacional e The Guardian.

Em email enviado a superior, patrulheiro pede mudanças nas diretrizes: "Acredito que cruzamos o limite do desumano", escreveu. "Devido ao calor extremo, a ordem de não dar água às pessoas também precisa ser revertida imediatamente." O que você acha sobre isso fake ou fato, enormes fontes de pesquisa estão disponíveis podemos encontrar estes fatos escancarados na internet basta um pouco de disposição e pesquisa e você pode encontrar facilmente oque procura.


Tenho o maior peso e apreciação pelo Povo Americano, são realmente formidáveis, assim como o restante do povo do globo. Porém, a manipulação que está sobre eles é imensamente incalculável, ainda mais nos dias de hoje. Alguns de seus líderes julgam no lugar de milhões de pessoas, muitos estão infelizes em viver na América do Norte. Entre nós, uma América ditadora é tudo o que o mundo menos precisa, ainda mais uma América hipócrita. Pode ser que eu esteja errado, pode ser que não. Hoje nós vivemos em um mundo com 8 bilhões de pessoas, e as guerras nada mais são que manipulações desses governos para que a massa lute pelos seus ideais egoístas.


O cenário que vemos na Europa agora, na Ucrânia, é lamentável. América e Europa, enlouquecidas, financiando uma guerra, enquanto a Ucrânia obriga seus jovens a morrerem por nada. Muitos jovens ucranianos nem queriam lutar esta guerra; preferiram mudar de país ou até mesmo viver sob o domínio da Rússia. Ja que Russia e Ucrania sempre lutaram, alem do fato que Ucrania pertencia a Russia, e tirando o fato que Ucrania matou milhares recentemente em 2014 ou aproximado, tambem que Ucrania atacou e anexou a região da Crimeia em seu território , bom mas isso nos precisamos pesquisar para poder encontra ja que é totalmente abafado pela midia, eles contam uma narativa que fazem os russos parecerem algum animal infurecido ou enlouquecido mas se olharmos os fatos com mais calma conseguimos entender melhor. Bom eu sou contra qualquer tipo de violencia inclusive guerras porem, quando precisamos nos defender de alguns tiranos é preciso se unir, lembrando que EUA tambem anunciou que queria nossa Amazonia, bom esses hipocritas lideres gananciosos sempre visam buscar beneficios proprios, dizem que é por causa de Arvores pois bem que eles reflorestem suas areas oras, sempre contam mentiras e querem escravisar as pessoas por pura ganancia, sim isso aconteceu mesmo e foi desta forma, ainda bem que alguem chamado Vladimir Putin Presidente da Rússia nos deu um grito em meio a tempestade falando que a amazonia é do Brasil. Bom mas a amazonia e sua riqueza pertencem aos Brasileiros enquanto o mundo não tiver uma conciencia global é assim que deve ser, mais isso é assunto para um outro post.

O que é mais alarmante é como uma América ditadora e com poder bélico influencia o mundo. Tem seus ideais inquestionáveis; ninguém pode ter ou fazer o que a América faz, nem um país pode ser maior ou mais avançado do que eles, porque eles simplesmente não permitem. Usam qualquer meio disponível, inclusive o mais covarde até agora, que não precisa da autorização da população, é o método de sanções, onde eles impõem limites financeiros e econômicos em muitos países. Sim, os americanos não podem mais dar suas opiniões sobre guerras; o governo funciona de forma autônoma, com seus ministros e presidentes alucinados por sangue e poder.

A pergunta é: como a América se comportará a partir de agora, sabendo que seu rico dinheiro sujo está indo pelo ralo, e descobrindo que outros países oprimidos pelos seus tiranos agora encontraram uma esperança na união? O que os líderes americanos farão???

Essa é a pergunta de 1 trilhão de dólares, ou devo dizer, de ouro do BRICS. Por quanto tempo durará esta máscara que está no rosto deste poder oculto, que manipula até a história e omite informações, ganha vantagem com guerras, além de se negarem a auxiliar a humanidade, jogando crianças em rios, negando água a pessoas somente porque não são americanas, e se dizem ter lutado contra o nazismo e vencido. Bom, os fatos nos mostram uma outra realidade. Talvez meus comentarios foram duros, mas gostaria de deixa claro que os EUA, ainda que estejam com estes fatos nas mão a verdade que o Povo americano é altamente manipulavel como o todos os povos, isso se da pelo fato que algumas pessoas preferem simplesmente seguir outras pessoas, quando na verdade elas precisam ser alto suficientes em seus proprios pensamentos e comentarios, assim geramos novos pontos de vista e soluções.

E você sabia sobre estes fatos, apesar dos EUA ter lucrado grandemente com a venda de armas para a EUROPA a verdade é que as armas cumpriram um papel fundamental na guerra, ja que a EUROPA não tinha capacidade industrial muito menos materia prima.

Bom mas atualmente o Movimento que o governo dos EUA fazem é altamente questionavel, preste atenção e você vera como eles são ditadores e hipocritas, sim os governantes dos EUA trabalham assim, alguns lideres americanos tentam a todos custo lutar contra isso a decadas, o povo americano se alegra com o 4 de julho mas elegem seus lideres que tomam decisões individuais por eles, e o povo americano nada pode fazer a não ser assistir , ou colocar uma venda em seus olhos, tampoes em seus ouvidos , e uma mordaça em suas bocas. A verdade é que este problema vai alem dos EUA é um cancer chamado 1% que se aproveita da vulnerabilidades de 99% da população mundial, criando um jogo que somente eles ganham, sim os 1% querem ficar no poder e querem manter este poder perpetuamente.


11 visualizações0 comentário

Comments


bottom of page