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Confederação, Modelo Socioeconomico: Um Futuro para a Humanidade

Atualizado: 1 de nov. de 2023


Ao longo da história, diferentes sistemas econômicos e políticos foram propostos e implementados com a promessa de criar sociedades mais justas e prósperas. Entre os mais influentes, destacam-se o capitalismo, o socialismo e o comunismo. No entanto, todos esses sistemas enfrentaram desafios significativos e falhas notáveis ao longo do tempo. Neste artigo, exploraremos como o capitalismo, o socialismo e o comunismo falharam em várias áreas, destacando a complexidade desses sistemas e as lições que podemos aprender com seus erros.


Ao longo da história, modelos socioeconômicos como o feudalismo, o capitalismo, o socialismo e o comunismo foram propostos e implementados em diferentes épocas e lugares. No entanto, é importante reconhecer que muitos desses modelos falharam em resolver os problemas atuais da sociedade, em parte devido às condições e limitações da época em que foram concebidos. Neste artigo, discutiremos como a falta de tecnologia, comunicação global e educação, juntamente com a ênfase na resolução de problemas locais e isolados, contribuiu para as falhas desses modelos socioeconômicos e por que precisamos de abordagens mais atualizadas nos tempos atuais.

Limitações do Passado:

  1. Falta de Tecnologia: Nos tempos em que muitos dos modelos socioeconômicos foram concebidos, a tecnologia era limitada. Isso afetou a capacidade de planejar e implementar sistemas complexos, como o comunismo ou o capitalismo, que dependem de infraestrutura avançada.

  2. Comunicação Limitada: A falta de comunicação global tornava difícil a coordenação entre regiões distantes. Isso afetou a capacidade de promover sistemas econômicos globais, como o capitalismo, que exigem interconexão e trocas internacionais.

  3. Acesso Limitado à Educação: A educação era um privilégio para poucos na maioria das sociedades do passado. Isso limitou a compreensão das complexidades econômicas e políticas, tornando difícil a adoção de sistemas como o socialismo ou o comunismo, que requerem uma compreensão sólida de teorias complexas.

Abordagem Local e Isolada:

  1. Soluções para Comunidades Locais: Muitos dos modelos socioeconômicos antigos tinham uma abordagem voltada para a resolução de problemas de comunidades geograficamente limitadas. Por exemplo, o feudalismo era altamente descentralizado, com sistemas de produção baseados em feudos locais.

  2. Falta de Pensamento Global: Modelos como o comunismo, embora tivessem ambições globais, muitas vezes falhavam em levar em consideração as realidades políticas, culturais e econômicas de diferentes regiões, resultando em uma implementação desigual.

A Necessidade de Abordagens Atuais:

  1. Globalização: Hoje, vivemos em um mundo altamente globalizado, onde as fronteiras econômicas e políticas são mais fluidas do que nunca. Isso requer abordagens econômicas que levem em consideração a interconexão global.

  2. Tecnologia e Comunicação: A tecnologia e a comunicação global avançaram consideravelmente, tornando possível a coordenação global e a troca de informações em tempo real. Isso exige abordagens mais atualizadas e adaptáveis.

  3. Acesso à Educação: O acesso à educação aumentou, permitindo uma compreensão mais ampla e sofisticada das teorias econômicas e políticas. As soluções socioeconômicas devem ser informadas por esse conhecimento atualizado.

Os modelos socioeconômicos do passado falharam em grande parte devido às limitações tecnológicas, de comunicação e educacionais da época, bem como à ênfase na resolução de problemas locais e isolados. Hoje, enfrentamos desafios e complexidades globais que exigem abordagens mais atualizadas e adaptáveis. Portanto, é crucial repensar e reformular nossos sistemas econômicos e políticos à luz das realidades contemporâneas, visando criar sociedades mais justas, sustentáveis e interconectadas.


Apresentação do Modelo de Sociedade Cooperativa Global (SCG)

(Criado Por Marcelo Rodrigo Alexandre Presidente da ONG SUM)


Prezadas e prezados membros da comunidade global,

É com grande entusiasmo e esperança que apresentamos o Modelo de Sociedade Cooperativa Global (SCG). Este modelo é um rascunho conceitual, uma visão simplificada e inspiradora do que uma sociedade global poderia ser. Reconhecemos que é apenas um ponto de partida e que deve ser continuamente aprimorado e adaptado às complexidades do mundo real. Nosso objetivo é estimular a reflexão e o diálogo sobre como podemos construir um futuro melhor e mais justo para todos.


Princípios Fundamentais:

  1. Cooperação Global: A SCG é uma sociedade global onde todas as nações trabalham em conjunto para promover o bem-estar comum de todos os seres humanos. A cooperação e a solidariedade são os pilares deste modelo.

  2. Propriedade Coletiva e Autogestão: Os meios de produção são de propriedade coletiva, administrados pelos próprios trabalhadores e pela comunidade em geral. A tomada de decisões econômicas é descentralizada e democrática.

  3. Acesso Universal aos Recursos Essenciais: Alimentos, água, energia, educação, saúde e moradia são considerados direitos fundamentais, e a sociedade garante que todos tenham acesso a esses recursos de forma equitativa.

  4. Regulação do Mercado: Embora haja um mercado livre, ele é regulado e monitorado pelo Estado para evitar abusos e garantir a justiça econômica. Preços abusivos são controlados, e a exploração é proibida.

  5. Redistribuição da Riqueza: A riqueza é distribuída de forma igualitária para garantir que todos tenham acesso a um padrão de vida decente.

  6. Participação Democrática Global: Um sistema de democracia direta, facilitado por um software virtual conectado à internet global, permite que a população tome decisões importantes em escala global, garantindo a participação cidadã sem precedentes.

  7. Incentivo à Inovação e Conhecimento: Incentivos significativos são oferecidos para pesquisa, desenvolvimento tecnológico e contribuições significativas para o avanço da sociedade. O conhecimento é valorizado e estimulado.

  8. Meritocracia Democrática: Hierarquias sociais são eliminadas, e o reconhecimento e os títulos são concedidos com base nas contribuições individuais para o bem comum. A motivação para o progresso coletivo é incentivada.

  9. Os impostos tradicionais não existiriam: Em vez disso, estabelecer-se-ia uma meta de construir novas empresas e indústrias cooperativas da confederação, que representaria uma contribuição voluntária da população, ao invés de uma obrigação. As empresas da confederação atuariam em todos os setores, fomentando a competitividade e repassando os produtos com uma margem de lucro adequada para cobrir os custos de produção operacional, bem como para a arrecadação de recursos destinada a metas como educação, habitação, infraestrutura e outros.

Benefícios Esperados:

  • Redução significativa da desigualdade de renda e riqueza.

  • Eliminação da fome e acesso universal a alimentos e recursos básicos.

  • Elevação dos padrões de saúde e educação de toda a população.

  • Ambiente sustentável com políticas voltadas para a preservação ambiental.

  • Participação ativa da população na tomada de decisões políticas.

  • Estímulo à inovação e avanço tecnológico.

  • Sociedade baseada em mérito e igualdade de oportunidades.

Compromisso com o Aprimoramento Contínuo:

É importante destacar que o SCG é um rascunho inicial e uma visão idealizada. Reconhecemos que a implementação de tal modelo é um desafio complexo que requer adaptação às realidades do mundo atual. Nossa visão é dinâmica e está aberta a sugestões, críticas construtivas e contribuições de todos os setores da sociedade global.

Próximos Passos:

Nosso objetivo é iniciar uma conversa global sobre como podemos tornar o mundo um lugar melhor para todos. Encorajamos a colaboração de governos, organizações não governamentais, sociedade civil, empresas e cidadãos comuns. Juntos, podemos aprimorar este rascunho e transformar ideias em ações concretas.


A Sociedade Cooperativa Global (SCG) é um modelo hipotético que reflete os princípios de cooperação, igualdade e justiça social mencionados no texto. É importante lembrar que implementar tal modelo requer uma consideração cuidadosa dos desafios práticos, políticos e culturais, além de uma adaptação às realidades contemporâneas. A mensagem central é que a busca por um mundo mais justo e igualitário é um ideal nobre, e é importante que as sociedades trabalhem juntas na busca desse objetivo.


A Sociedade Cooperativa Global (SCG) é uma visão inspiradora de um mundo mais justo, igualitário e colaborativo. Reconhecemos que é apenas um começo e que o caminho para a construção de tal sociedade é longo e desafiador. No entanto, acreditamos firmemente que, com esforço coletivo e cooperação global, podemos dar passos significativos em direção a um futuro melhor para todos. Vamos juntos moldar o nosso destino e construir um mundo mais justo, democrático e livre.


Veja A Origems de alguns modelos socioecônomicos:

A origem do capitalismo remonta ao período pós-medieval na Europa, durante a transição da sociedade feudal para a moderna. O capitalismo é um sistema econômico e social que se baseia na propriedade privada dos meios de produção, na busca do lucro e na livre troca de bens e serviços. Aqui estão alguns pontos-chave sobre a origem do capitalismo:

  1. Desenvolvimento Comercial: O capitalismo começou a se desenvolver gradualmente a partir do século XIII, quando as cidades europeias começaram a se expandir como centros comerciais e industriais. A Revolução Comercial impulsionou o crescimento do comércio, das guildas de artesãos e da manufatura.

  2. Declínio do Feudalismo: O sistema feudal, baseado em terras e obrigações feudais, estava em declínio. Isso permitiu a ascensão de uma classe de comerciantes, artesãos e empresários que buscavam oportunidades de negócios e lucro.

  3. Revolução Industrial: O capitalismo experimentou um impulso significativo com a Revolução Industrial, que começou na Grã-Bretanha no final do século XVIII e se espalhou por toda a Europa e os Estados Unidos no século XIX. A introdução de máquinas, a mecanização da produção e o surgimento de fábricas transformaram a economia.

  4. Papel do Mercado Livre: Um elemento fundamental do capitalismo é o mercado livre, onde os preços são determinados pela oferta e demanda, e as empresas competem pelo lucro. Isso permitiu uma alocação mais eficiente dos recursos econômicos.

  5. Ideias Econômicas e Filosóficas: Pensadores como Adam Smith, autor de "A Riqueza das Nações" (1776), desempenharam um papel fundamental na elaboração das teorias econômicas do capitalismo. Smith enfatizou a importância da busca individual pelo interesse próprio na promoção do bem comum através do mercado.

  6. Colonialismo e Comércio Global: O capitalismo também foi impulsionado pelo colonialismo europeu, que abriu novos mercados e fontes de matérias-primas. O comércio global expandiu-se consideravelmente, criando redes comerciais intercontinentais.

  7. Transformação Social: O capitalismo trouxe consigo uma série de mudanças sociais, incluindo o crescimento das cidades, o surgimento de uma classe trabalhadora industrial e uma nova divisão do trabalho. Também incentivou a inovação tecnológica e o progresso científico.


Origem do Nazismo: O nazismo, uma abreviação de "nacional-socialismo", surgiu na Alemanha na década de 1920, em meio ao tumulto do período pós-Primeira Guerra Mundial. Seu líder mais proeminente foi Adolf Hitler, que fundou o Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães, ou Partido Nazista, em 1920. O nazismo combinava elementos de nacionalismo, racismo e antissemitismo com uma agenda política autoritária e expansionista.

O nazismo ganhou apoio popular devido às condições econômicas difíceis na Alemanha e à insatisfação com o Tratado de Versalhes, que impôs pesadas penalidades ao país após a Primeira Guerra Mundial. Em 1933, Hitler se tornou chanceler da Alemanha e, em seguida, consolidou o poder, estabelecendo uma ditadura. O nazismo culminou na eclosão da Segunda Guerra Mundial e no Holocausto, um dos piores genocídios da história.


Origem do Socialismo: O socialismo é uma ideologia política e econômica que tem raízes no pensamento do século XIX. Surge como uma resposta às desigualdades e injustiças associadas à Revolução Industrial. Filósofos e teóricos como Karl Marx e Friedrich Engels desempenharam um papel fundamental na formulação do socialismo moderno, especialmente com a publicação do "Manifesto Comunista" em 1848.

O socialismo busca uma maior igualdade na distribuição de riqueza e poder, frequentemente envolvendo a propriedade coletiva dos meios de produção e a redistribuição de recursos. Existem várias vertentes do socialismo, incluindo o socialismo democrático, o socialismo utópico e o marxismo.


Origem do Comunismo: O comunismo é uma forma mais radical de socialismo que preconiza a eliminação da propriedade privada e a criação de uma sociedade sem classes sociais. O comunismo moderno é mais fortemente associado a Karl Marx e Friedrich Engels. Em 1848, eles publicaram o "Manifesto Comunista", que delineava a teoria comunista e pedia uma revolução proletária para derrubar o sistema capitalista.

O comunismo postula que, após a revolução, os meios de produção seriam de propriedade comum e a distribuição de bens seria baseada nas necessidades de cada indivíduo. Ao longo do século XX, vários países, incluindo a União Soviética e a China, adotaram formas de comunismo em suas políticas estatais.


Veja o fracasso de alguns modelos socioeconômicos:

O Fracasso do Capitalismo, embora seja um sistema econômico que trouxe prosperidade e avanços em muitas partes do mundo, também enfrentou críticas e desafios significativos. Um dos principais problemas frequentemente apontados é a crescente desigualdade de riqueza, onde uma parcela muito pequena da população controla uma parcela desproporcional dos recursos econômicos. Isso pode ser exemplificado pelo fato de que aproximadamente 1% da população global detém cerca de 50% da riqueza global. Abaixo, discutiremos o fracasso do capitalismo nesse contexto:

1. Desigualdade de Riqueza:

  • A desigualdade de riqueza é uma das críticas mais fundamentais ao capitalismo. Como mencionado, uma pequena elite detém uma fatia significativa da riqueza global, enquanto uma grande parte da população vive com recursos limitados. Isso resulta em disparidades socioeconômicas substanciais, com muitas pessoas enfrentando dificuldades financeiras, falta de acesso a oportunidades e serviços básicos.

2. Acesso Desigual à Educação e Saúde:

  • Em sistemas capitalistas, o acesso à educação e aos cuidados de saúde muitas vezes depende da capacidade de pagamento. Isso significa que aqueles com mais recursos têm acesso a uma educação de qualidade e cuidados de saúde, enquanto outros podem ser excluídos de oportunidades de desenvolvimento pessoal e bem-estar.

3. Crescimento da Pobreza e Precarização do Trabalho:

  • O capitalismo também é associado ao aumento da pobreza em algumas áreas e à precarização do trabalho. A globalização e a automação podem resultar em perda de empregos e diminuição dos salários para trabalhadores menos qualificados, enquanto as corporações muitas vezes buscam maximizar seus lucros.

4. Crises Econômicas:

  • O capitalismo frequentemente experimenta ciclos de boom e bust, resultando em crises econômicas que podem causar desemprego em massa, perda de habitação e falências empresariais. Essas crises podem afetar de forma desproporcional os mais vulneráveis da sociedade.

5. Políticas de Austeridade:

  • Em resposta a crises econômicas, alguns governos adotam políticas de austeridade que cortam gastos sociais, afetando negativamente os serviços públicos e a qualidade de vida das pessoas.

6. Corrupção e Influência Corporativa:

  • O capitalismo pode estar associado à corrupção e à influência excessiva das corporações nos processos políticos. Aqueles com recursos substanciais muitas vezes têm mais poder de influência sobre as decisões políticas, o que pode prejudicar o interesse público.

7. Impacto Ambiental Negativo:

  • A busca incessante pelo lucro no capitalismo pode levar à exploração excessiva dos recursos naturais e à degradação do meio ambiente, o que tem implicações a longo prazo para o planeta.



O fracasso do comunismo é um tema complexo e controverso, que gerou debates acalorados ao longo da história. O comunismo, como uma ideologia política e econômica, teve várias implementações ao redor do mundo, sendo mais notavelmente associado à União Soviética e à República Popular da China. No entanto, muitos argumentam que essas implementações falharam em atingir seus objetivos originais e, em vez disso, resultaram em consequências negativas. Abaixo, vou discutir alguns dos principais aspectos do fracasso do comunismo:

  1. Economia Centralizada: Uma das características fundamentais do comunismo é a propriedade estatal dos meios de produção e uma economia planejada centralmente. No entanto, essa abordagem muitas vezes levou a ineficiências econômicas, escassez de bens e falta de incentivo para a inovação. A União Soviética, por exemplo, enfrentou problemas crônicos de escassez de alimentos e bens de consumo.

  2. Autoritarismo: Muitos regimes comunistas acabaram se tornando autoritários, com restrições às liberdades individuais, supressão de oposição política e violações dos direitos humanos. Isso inclui prisões políticas, censura da mídia e falta de liberdade de expressão.

  3. Corrupção: A falta de mecanismos eficazes de prestação de contas em regimes comunistas muitas vezes levou à corrupção generalizada. Funcionários do governo frequentemente tinham amplos poderes e pouca supervisão, o que facilitava a corrupção e o nepotismo.

  4. Falha em Atingir Igualdade Real: Embora o comunismo tenha como objetivo a igualdade, muitos regimes comunistas acabaram criando uma elite privilegiada no poder, enquanto a maioria da população enfrentava dificuldades econômicas. Isso resultou em uma disparidade entre a teoria comunista e a realidade.

  5. Inovação Tecnológica Limitada: A falta de incentivos para a inovação e a concorrência nos sistemas comunistas muitas vezes resultou em atrasos tecnológicos em comparação com sistemas econômicos mais capitalistas.

  6. Colapso de Regimes Comunistas: Ao longo do tempo, vários regimes comunistas entraram em colapso, incluindo a União Soviética em 1991 e países do Bloco Oriental na década de 1980. Isso levou muitos a questionar a viabilidade a longo prazo do comunismo como sistema político e econômico.

O fracasso do socialismo é um tema que também gera debates e discussões importantes. O socialismo, assim como o comunismo, é uma ideologia política e econômica que busca uma maior igualdade social e econômica. No entanto, várias implementações do socialismo ao longo da história também enfrentaram desafios e críticas. Abaixo, vou discutir alguns dos principais aspectos do fracasso do socialismo:

  1. Economia Centralizada: O socialismo muitas vezes envolve a propriedade estatal ou controle estatal significativo dos meios de produção. Isso pode levar a problemas de ineficiência econômica, falta de incentivo para a inovação e alocação inadequada de recursos, uma vez que os preços não são determinados pelo mercado, mas sim pelo governo.

  2. Escassez de Bens e Serviços: Em muitos países socialistas, houve problemas crônicos de escassez de produtos básicos, como alimentos e bens de consumo. Isso ocorreu devido a problemas na produção, distribuição centralizada e planejamento econômico inadequado.

  3. Burocracia Excessiva: Sistemas socialistas frequentemente envolvem uma burocracia pesada e complexa para tomar decisões econômicas e administrar a sociedade. Isso pode levar à lentidão na tomada de decisões e à falta de responsabilidade.

  4. Falta de Incentivos: Em sistemas socialistas, a propriedade coletiva ou estatal dos meios de produção pode levar a uma falta de incentivos para o trabalho duro e a inovação. Quando os indivíduos não veem uma relação direta entre seu esforço e recompensa, isso pode levar à apatia e à baixa produtividade.

  5. Restrições às Liberdades Individuais: Em alguns casos, regimes socialistas restringiram as liberdades individuais, incluindo a liberdade de expressão, a liberdade de imprensa e a liberdade de associação. Isso gerou preocupações com os direitos humanos e a falta de democracia.

  6. Isolamento Internacional: Muitos países socialistas enfrentaram isolamento internacional devido a diferenças ideológicas com outras nações. Isso pode limitar o comércio e a cooperação internacional, afetando negativamente a economia.

  7. Falta de Diversificação Econômica: A dependência excessiva de setores específicos da economia, como a indústria pesada, pode tornar um país socialista vulnerável a flutuações econômicas e a crises quando os preços de commodities caem ou a demanda por certos produtos diminui.

O Fracasso do Nazismo, oficialmente conhecido como o regime nacional-socialista na Alemanha, liderado por Adolf Hitler de 1933 a 1945, é amplamente considerado um dos modelos socioeconômicos mais trágicos e desastrosos da história moderna. Embora seja importante observar que o nazismo não tenha sido um sistema econômico tradicional, mas sim uma ideologia política totalitária com aspectos econômicos, é crucial entender os fracassos associados a esse regime. Aqui estão alguns dos principais aspectos do fracasso do nazismo:

  1. Racismo e Genocídio: O nazismo era fundamentado em uma ideologia racista que promovia a superioridade da "raça ariana" e a perseguição, discriminação e extermínio de grupos étnicos e religiosos, particularmente judeus. O Holocausto, que resultou na morte de milhões de pessoas, é um dos piores exemplos de genocídio da história, e isso mancha de forma inquestionável o legado do nazismo.

  2. Militarismo e Guerra: O regime nazista buscava uma expansão agressiva do território alemão, o que levou à eclosão da Segunda Guerra Mundial. Essa guerra custou milhões de vidas e causou devastação generalizada em toda a Europa.

  3. Autoritarismo Totalitário: O nazismo era um regime totalitário que restringia severamente as liberdades individuais, suprimia a oposição política, censurava a mídia e controlava todos os aspectos da vida dos cidadãos. Isso levou à falta de liberdade e ao terror político.

  4. Economia de Guerra Insustentável: Para sustentar seus esforços de guerra, o regime nazista implementou uma economia altamente centralizada e dirigida pelo Estado. Isso resultou em uma economia de guerra insustentável, com escassez de bens de consumo, inflação e sofrimento econômico generalizado entre a população alemã.

  5. Desperdício de Recursos Humanos e Materiais: A má gestão econômica do regime nazista levou a um desperdício significativo de recursos humanos e materiais. Milhares de jovens alemães foram sacrificados em batalhas inúteis, e recursos valiosos foram canalizados para a produção de armamentos, em vez de atender às necessidades básicas da população.

  6. Isolamento Internacional: As políticas expansionistas do nazismo isolaram a Alemanha do resto do mundo, levando a sanções econômicas e políticas por parte de outras nações. Isso agravou ainda mais os problemas econômicos do regime.

  7. Declínio Moral e Ético: O nazismo promoveu valores morais e éticos altamente questionáveis, incluindo a desumanização de grupos inteiros de pessoas. Esse declínio moral corroeu a coesão social e a estabilidade da sociedade alemã.

A Importância Urgente da Implantação do Sistema SCG para um Futuro Melhor

Vivemos em uma época crítica em que os desafios globais exigem soluções globais. É mais importante do que nunca considerar a implantação do Sistema de Sociedade Cooperativa Global (SCG) como um caminho viável e urgente para começar a plumar o curso em direção a um futuro melhor e mais promissor. Aqui estão algumas razões convincentes para considerar essa transição:

1. Desafios Globais Complexos:

  • O mundo enfrenta desafios interconectados e complexos, como as mudanças climáticas, a desigualdade econômica, a saúde global e a segurança. Esses problemas transcendem fronteiras nacionais e exigem uma abordagem global cooperativa.

2. Interdependência Crescente:

  • A globalização tornou o mundo mais interdependente do que nunca. O que acontece em um país pode afetar outros em questão de horas. Portanto, a cooperação global é essencial para lidar com crises e desafios.

3. Desigualdade e Injustiça:

  • A desigualdade econômica persistente é um problema global grave. O SCG busca abordar essa desigualdade por meio de uma distribuição mais justa da riqueza e acesso igualitário aos recursos essenciais.

4. Participação Democrática:

  • O SCG promove a participação democrática em uma escala global, permitindo que todas as pessoas tenham voz e influência nas decisões que afetam suas vidas. Isso fortalece a legitimidade das instituições governamentais.

5. Sustentabilidade Ambiental:

  • A conservação ambiental e a gestão sustentável dos recursos naturais são fundamentais para o nosso futuro. O SCG enfatiza a importância da cooperação global para abordar as questões ambientais urgentes.

6. Inovação e Progresso Tecnológico:

  • O SCG reconhece a importância da inovação e do desenvolvimento tecnológico para o avanço da sociedade. Incentiva o compartilhamento global de conhecimento e recursos para acelerar o progresso.

7. Justiça Social:

  • A justiça social é um pilar central do SCG, buscando eliminar barreiras à igualdade de oportunidades e reconhecendo contribuições individuais para o bem comum.

8. Esperança e Inspiração:

  • A implantação do SCG é uma visão inspiradora de um mundo mais justo e cooperativo. Pode proporcionar esperança e motivação para as gerações presentes e futuras.


A urgência de implantar o Sistema de Sociedade Cooperativa Global (SCG) não pode ser subestimada. À medida que enfrentamos desafios globais cada vez mais complexos, a cooperação global e a busca pela justiça social se tornam imperativas. O SCG oferece um roteiro para um mundo mais promissor e igualitário. É hora de unir esforços, promover o diálogo e tomar medidas concretas para moldar um futuro mais brilhante para todos. A mudança começa com a visão e a ação, e o SCG oferece uma visão de esperança para um mundo melhor.




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